terça-feira, 5 de abril de 2011

Minha avó dona Eugênia Planchez....


(Foto: Edu Planchêz na Flip, Paraty, Rio de Janeiro)

"Minha avó dona Eugênia Planchez quando percebeu que esse escriba nos idos dos seus seis anos começo a arriscar alguns versos, logo alertou: "Ser poeta é ter na fronte um signal de maldição", Minha avó tinha razão! Poeta que é poeta é Atlas, carrega o globo nos arcos dos ombros! Orgulhosa maldição! Para o monstro poeta nessa era maléfica carregar a primavera entre os dentes é um indescritível prazer. Eu sei o que é ser poeta, você sabe? Avante, "povo dançarino do abismo!" Vida longa à Dailor Varela e a Jorge Mautner! Evoé! Meus queridos padrinhos!"

EDU PLANCHÊZ

2 comentários:

Louis Alien disse...

ah, sim, nós poetas temos uma maldição sobre a face... mas nosso sangue é puro...

PLANCHÊZ disse...

Puro metanol

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